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Importância de se obter uma boa terra

Para possuir uma terra de cultivo de qualidade, é essencial que haja uma condução eficiente de todos os recursos. Sendo feita continuamente ao ser realizado em uma colheita frutífera, vegetal ou florífera. O solo do jardim necessita de adubo e fertilização feitos da forma correta, para torna-se o mais bem preparado possível em uma futura intervenção.

As alterações orgânicas feitas na terra, tais como, a aplicação do composto de adubo nas raízes, possibilita inúmeras vantagens: permitindo o rejuvenescimento de um solo pobre, drenagem do excesso de água, humidade das raízes e também a retenção de nutrientes. Antes das plantações de primavera, certifique-se de que é necessário enriquecer o solo do seu jardim ou gramado que seja, para que elas cresçam de forma madura e saudável. Levando em consideração de que a área onde estão presentes árvores e arbustos não há necessidade de alteração, só em caso de solo árido ou de barro pesado.

Terra Vegetal para grama e jardinagem

A terra vegetal para jardinagem é um composto especial e fértil, rico em matéria orgânica e macros nutrientes preparados para utilização em sementes, vasos, flores, hortas, gramados, entre outros. Sendo uma mistura de terra "in natura" com restos de plantas, caules, cascas e xaxim decompostos. Apesar de conter naturalmente alguns nutrientes, a terra vegetal serve basicamente como o colchão das raízes.

Para que a planta se desenvolva na sua totalidade, é fundamental que se misture um bom substrato conforme cada espécie de planta. Este tipo de composto é vendido geralmente em forma de sacos e pacotes. No entanto, é importante que ela esteja isenta de resíduos, como pedras, papéis e ervas daninha. Por ser equilibrada, não queima as raízes das plantas. É produzida a partir de ingredientes orgânicos, isenta de agrotóxicos e ainda apresenta bons níveis de nutrientes como fósforo e potássio.

Cuidados com a Terra Vegetal

É muito importante alertar que a retirada da camada superficial de solo é proibida em áreas de Mata Atlântica. Sendo assim é providencial consultar a Policia Florestal antes de comprá-la. Não é aconselhável o uso de qualquer terra vegetal para plantio de grama, pois algumas destas podem estar contaminadas com sementes de ervas daninhas que poderão infestar o gramado. Para o uso em sementes de gramas, utilize matéria orgânica industrializada e ensacada com certificado no Ministério da Agricultura.

Vantagens

  • PH neutro
  • Isenta de pragas, doenças e metais pesados.
  • Material homogêneo.
  • Ativa e estimula a germinação das sementes.
  • Possui substrato solto, leve e poroso.
  • Não queima as raízes das plantas.
  • Se aplicada com fertilizantes, melhora ainda mais seu desenvolvimento.
  • Poder de absorção de água e nutrientes.
  • Pronta para uso e de fácil aplicação.


Terra Preta

A terra preta ( ou TPA-terra preta arqueologica) é uma terra muito fértil, encontrada principalmente na Amazônia, devido a restos organicos depositados por grupos pré-historicos, como fezes, urina, conchas, ossos...

A terra preta, é rica em húmus. Esse solo, chamado solo humífero, contém cerca de 10% de húmus e é bastante fértil. O húmus ajuda a reter água no solo, torna-se poroso e com boa aeração e, através do processo de decomposição dos organismos, produz os sais minerais necessários às plantas.

Os solos mais adequados para a agricultura possuem uma certa proporção de areia, argila e sais minerais utilizados pelas plantas, além do húmus. Essa composição facilita a penetração da água e do oxigênio utilizado pelos microorganismos. São solos que retêm água sem ficar muito encharcados e que não são muito ácidos

Cuidados com a Terra Preta

Essa terra é retirada da camada superficial dos solos orgânicos e nela ficam sementes e mudas pequenas que com boas condições podem germinar. Uma boa dica para evitar esse problema é substituir a terra preta por areia de construção no banho de terra pelo qual o jardim precisa passar no começo da primavera. A areia é uma boa opção porque além de preencher os buracos do gramado e promover a aeração do solo não tem a possibilidade de proliferar inços como a terra preta.

Uma coisa que muitos versados em jardinagem não sabem é que a terra preta comprada em lojas de artigos para jardim pode vir contaminada com diversos tipos de inços. Para eliminar a presença de inços na terra preta é recomendável que ela seja passada pela composteira, pois a alta temperatura faz com que os bulbos e entrenós dos inços não possam sobreviver.

Vantagens

  • Produz húmus, que ajuda a enriquecer o solo.
  • Possibilita maior entrada de oxigênio na planta.
  • Retem umidade, suportando dias chuvosos.
  • Contém sais minerias, reduzindo o custo de fertilizantes.


Como preparar uma boa terra

Uma terra de qualidade é aquela que contém uma mistura de compostagem de folhas, pó de madeira, poda das árvores e terra comum. Para produzir uma terra assim, você precisa usar uma pá de jardinagem, fazer uma mistura formando uma camada com espessura de 5 a 10 centímetros de compostagem e outra camada de 20 a 30 centímetros de terra comum.

Caso seu jardim tenha se desgastado na superfície, será preciso melhorar as condições desse solo ou até mesmo renovar essa terra antes da plantação. Por se tratar de uma área extensa, talvez seja necessário a utilização de um trator para te ajudar a preparar da melhor forma possível a parte externa dessa terra. Se sua área for pequena, você mesmo pode fazer esse procedimento sem grandes dificuldades.

Em um jardim, a preparação do canteiro é uma tarefa obrigatória de manutenção e antes de serem cultivadas determinadas plantas, você precisa verificar cuidadosamente a procedência dessa terra, como nos exemplos seguintes:

No caso de um gramado, existem algumas dificuldades em lidar com o solo, principalmente em solos pesados e arenosos. Para conseguir se desenvolver, a terra necessita de estar a mais fertilizada possível para que o tapete verde esteja sempre em perfeitas condições de utilização e apresentação.

Qual a quantidade ideal de terra para aplicar na grama do meu jardim?

A terra mais ideal para ser utilizada no gramado do seu jardim é a terra adubada. Isto é, a terra comum com uma mistura de compostos orgânicos. Ela pode ser preparada por qualquer jardineiro, ser encontrada num viveiro ou comprada em uma loja especializada em jardins. No entanto, para saber a quantidade correta para cada tipo de planta, você terá que ter em mente quais são as medidas do seu terreno.

Dentre eles citarei alguns exemplos, logo abaixo:

PARA UM TERRENO QUE MEDE 30 METROS QUADRADOS

  • Uma camada de terra de 5 centímetros demanda um terro de 0,50 metros cúbicos.
  • Uma camada de terra de 7 centímetros demanda um terreno de 0,70 metros cúbicos.
  • Uma camada de terra de 10 centímetros demanda um terreno de 1 metro cúbico.

PARA UM TERRENO QUE MEDE 75 METROS QUADRADOS

  • Uma camada de terra de 5 centímetros demanda um terreno de 1,25 metros cúbicos.
  • Uma camada de terra de 7 centímetros demanda um terreno de 1,75 metros cúbicos.
  • Uma camada de terra de 10 centímetros demanda um terrando de 2,50 metros cúbicos.

PARA UM TERRENO QUE MEDE 150 METROS QUADRADOS

  • Uma camada de terra de 5 centímetros demanda um terreno de 2,50 metros cúbicos.
  • Uma camada de terra de 7 centímetros demanda um terreno de 3,50 metros cúbicos.
  • Uma camada de terra de 10 centímetros demanda um terreno de 5 metros cúbicos.

PARA UM TERRENO QUE MEDE 300 METROS QUADRADOS

  • Uma camada de terra de 5 centímetros demanda um terreno de 5 metros cúbicos.
  • Uma camada de terra de 7 centímetros demanda um terreno de 7 metros cúbicos.
  • Uma camada de terra de 5 centímetros demanda um terreno de 10 metros cúbicos.

Diferença entre terra vegetal e substrato

Quando se trata do manejo e cuidado com as plantas, nenhuma dúvida deve permanecer; o vigor e a beleza plástica do jardim dependem do conhecimento de quem planta e cuida. Um questionamento frequente feito tanto aqui neste blog quanto em revistas e sites especializados é qual é a diferença entre terra vegetal e substrato.

O substrato, ou composto orgânico, é grosso de modo que, a mistura de matéria orgânica e terra tenha intuito de nutrir o solo onde será depositado à planta. Um bom substrato precisa ser rico em macro nutrientes essenciais: nitrogênio, fósforo e potássio (já falamos deles aqui). Os elementos mais comuns na composição de substratos são o húmus de minhoca e a farinha de osso. Cada substrato tem uma finalidade específica (para plantio de flores, árvores, hortaliças…), por isso consulte um especialista ou leia os rótulos das embalagens.

Já a terra vegetal é a mistura de terra in natura com restos de plantas decompostos, como folhas, caules, cascas e xaxim. Embora contenha naturalmente alguns nutrientes, a terra vegetal serve basicamente como a "cama" das raízes; para que a planta desenvolva-se em sua plenitude, é essencial que se misture (obedecendo aos traços próprios de cada espécie de planta) um bom substrato.

Dicas de como preparar a terra para as suas plantas ornamentais

Você deseja fazer um jardim? Ou quem sabe um canteiro de flores? Ou simplesmente montar uns vasos para enfeitar sua casa?

Não importa a finalidade, todo projeto ornamental começa na preparação de uma boa terra. E iniciando esse processo com o pé direito, refletirá em todo o resultado do seu trabalho.

Sendo assim, vamos das algumas dicas de como proceder:

A mistura básica recomendada para o plantio de plantas ornamentais é:

  • 1 camada de terra comum, retirada de qualquer solo.
  • 1 camada de terra vegetal rica em compostos orgânicos, vendidas em sacos.
  • 1 camada de areia, utilizada em construções.

Dependendo do tipo de planta, os compostos de substrato podem ter diferenciações.

Argiloso: 2 camadas de terra comum, 2 camadas de terra vegetal e 1 camada de areia.

Areno-argiloso: 1 camada de terra comum, 1 camada de terra vegetal, 1 camada de composto orgânico e 1 de areia.

Arenoso: 1 camada de terra comum, 1 camada de terra vegetal e 2 camadas de areia.

Rico em matéria orgânica: 1 camada de terra comum, 1 camada de terra vegetal, 2 camadas de composto orgânico (húmus).

Lembrando que plantas tendem a demorar mais para se adaptar a vasos do que a canteiros.

Os cuidados básicos são eles:

Na etapa de montagem do vaso, não se esqueça do sistema de drenagem na parte inferior. Você pode utilizar argila expandida, cacos de telha, britas ou até mesmo pedaços de isopor. É ideal cobrir com o que chamamos de "manta vegetal" a fim de filtrar a água nas regas, deixando para introduzir o substrato na sequencia. Outro ponto que vale ressaltar é o tipo de material do vaso em que você adquiriu ou irá adquirir, se for cerâmica, por exemplo, irá exigir regas constantemente a não ser que você faça a impermeabilização do vaso.

Tipos de plantas e seu Desenvolvimento

Obtenha plantas congruentes as condições climáticas para maior adaptação. Quando a espécie de planta, a terra e o clima natal estão em sintonia, não importa os outros fatores, ela tende a se desenvolver mais rápido sem muito esforço. Para localizar plantas adequadas comece identificando as condições do jardim. Tenha um solo testado ou faça você mesmo os testes para determinar se está leve, arenoso, moderado ou produtivo. Verifique se o local possui incidência solar e selecione plantas que necessitam de sombra. Leve em consideração os níveis de luz, condições do solo e informações da zona climática de sua região.

Ervas Daninha

As ervas daninhas são oportunistas e estão sempre presentes em todo e qualquer tipo de planta, principalmente nos gramados, se apossando e fazendo deles a sua casa. Embora cresçam em todos os lugares, tem maior índice de manifestação em solos férteis, ácidos incentivando o crescimento do capim-colchão, plátamos, alazão e cavalinhas. Solos férteis semi-neutros podem fornecer ambiente acolhedor para dentes de leão e mostarda selvagem. Na terra recém-preparada as ervas daninha brotam em certas zonas de forma mais lenta. As áreas com ervas são suscetíveis de serem hidratadas e melhores para a germinação de sementes do solo.

Aplicação de nutrientes no solo

Basicamente, todos os tipos de solo se beneficiam da adição de matéria orgânica. Minerais como palha, são degradados em sopa de nutrientes, penetram para dentro da terra fertilizando as placas existentes. Ácidos húmicos aglomerados com pequenas partículas de argila possibilitam a macies da terra.

Coloque nitrogênio em abundancia para evitar que o processo de decomposição de nitrogênio da terra consuma as plantas em desenvolvimento. Faça recortes de grama em camadas espessas, não aplique coberturas em camadas finas, pois isso sufoca o solo. Caso ele seja rico em matéria orgânica, só será necessário introduzir a matéria orgânica para manter as raízes sob a tampa.

E se seu jardim estiver ao lado de um muro de uma casa, é importante manter o nível do solo baixo o suficiente para entrar em contato com o tapume de madeira. Ao plantar ao redor de árvores e vegetações, evite cobrir a coroa com compostos orgânicos. Isso ajuda a prevenir contra doenças. Antes de começar a adicionar fertilizantes e alterar à terra do jardim é necessário determinar o tipo de solo no jardim. Isto condiz com o velho ditado: "Se não está quebrado, não conserte". Desnecessárias alterações de nutrientes ou acidez em demasia podem trazer mais problemas do que benefícios. Teste os níveis de nutrientes do solo, existem uma série de kits que podem fazer o trabalho pra você de forma rápida e eficiente. Siga corretamente as instruções de uso para obter os melhores resultados.

Se o percentual de matéria orgânica for inferior a cinco por cento, o jardim precisará de compostagem extra.

Todos os nutrientes são listados separadamente, classificados em níveis que vão de baixo, médio e alto, introduza os fertilizantes de acordo com os resultados e as necessidades naturais, especificas do desenvolvimento de cada planta.

O PH existe para medir o nível de acidez do solo. Pontuações que vão abaixo de sete, são considerados solos ácidos. De seis a sete, são relativamente ácidos e considerados férteis. Acima de sete é alcalina básica. Podendo se tornar infértil com valores superiores a oito. Solos extremamente ácidos ou alcalinos podem ser tratados no sentido de se tornarem moderados e produtivos. Não se sinta obrigado a ter que adicionar mais de um fertilizante só com a promessa de grandes resultados. O excesso de qualquer nutriente pode produzir resultados tóxicos, semelhantes ao das doenças e até pior.

Dicas para verificar a textura do solo

Verifique a textura do solo em um frasco cheio de água. Este teste é simples de fazer dentro de casa e fornece informações importantes. Reúna um pouco de terra do jardim, escolha amostra a partir de perto da superfície e para baixo de profundidade de oito centímetros. Deixe secar, pulverize em grânulos finos e misture bem.

Coloque camada de uma polegada (pouco mais de um copo) em frasco de vidro com ¼ de chá de pó de detergente. Adicione água suficiente para encher o frasco em dois terços. Agite o frasco por um minuto, virando de cabeça para baixo quando necessário para o fundo do solo. Em seguida, coloque o frasco em balcão.

Um minuto depois, marque o nível de partículas liquidadas no frasco com lápis de cera. Defina alarme para 4h. Depois do tempo, marque o próximo nível, que é a quantidade de lodo que se estabeleceu para fora.

Durante o dia seguinte o barro vai permitir melhor medição final. Estas medidas mostram as percentagens relativas de areia, argila ou textura do solo. Terra tem uma elevada percentagem de areia (setenta por cento ou mais) tende a ser bem ventilada, pronta para plantar no início da primavera. Mas isso também tende a necessidade mais frequente de rega e adubação do que ação proporcionada por solos pesados. Solos que tem quarenta por cento ou mais de argila retém mais umidade, por isso leva maior tempo para secar na primavera e pode precisar de menos água no verão.

Dicas de adubação posteriormente ao se aplicar a terra

A prática da adubação consiste, em repor os nutrientes retirados do solo pelas plantas. Num jardim existem plantas com diferentes necessidades de nutrientes, e a água das chuvas favorece uma rápida lixiviação do solo, a adubação, em jardinagem, acaba se tornando uma prática necessária. Isso é tão mais verdade quando se fala de plantas cultivadas em vasos, jardineiras ou canteiros internos.

A pouca possibilidade de recomposição natural dos nutrientes do solo que acontece na natureza pela decomposição de restos vegetais e animais, toma a prática da adubação quase obrigatória. Aliás, plantas melhoradas geneticamente, como muitas das ornamentais que utilizamos nos nossos vasos e jardins, são muito mais exigentes em termos de nutrientes. E isso deve ser levado em conta na hora da adubação, para não se correr o risco de perder a muda ou abreviar seu tempo de vida.

Na prática, costuma-se dividir os adubos em dois grandes grupos: orgânicos e inorgânicos. Orgânicos são aqueles provenientes de matéria de origem vegetal ou animal, os inorgânicos são obtidos a partir da extração mineral ou de derivados do petróleo. Os adubos orgânicos têm maior permanência no solo, embora sejam absorvidos mais lentamente, enquanto os adubos inorgânicos são absorvidos mais rapidamente e têm concentração mais forte, donde vem o perigo da super adubação. Assim, uma medida sensata, na hora de adubar, seria privilegiar sempre os adubos orgânicos, deixando os inorgânicos para os casos de cultivo em solos comprovadamente pobres ou para o caso de correção de deficiências nutricionais verificadas no desenvolvimento das plantas.

A matéria orgânica aumenta a capacidade de retenção de água, melhora a condição de penetração das raízes, propicia condições para os organismos microscópicos se desenvolverem, além de conter os nutrientes necessários. Os adubos orgânicos têm na sua composição diferentes elementos químicos em quantidades semelhantes. Por isso, eles melhoram a textura do solo e tendem a aumentar a quantidade de bactérias que dão vida ao solo. Como precisam de mais tempo para se degradar, são absorvidos pelas plantas mais lentamente. Contratar um profissional técnico que possa analisar o solo e fazer uma indicação balanceada de todos os nutrientes que o solo necessita seria o ideal. E Regue sempre as plantas depois da adubação.

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